O amor da criatura para com o Criador requer necessariamente obediência; caso contrário, não tem qualquer sentido. (Francis Schaeffer) |
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| Magistrados e Reis |
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| Autor: Bíblia Vida Nova | |||
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Após a morte de Josué e dos anciãos, veio uma situação anárquica, em que não havia obediência aos mandamentos divinos (Jz 2:12-15). Em consequência disto certas pessoas foram escolhidas por intervenção divina, para governarem a nação como juízes ou libertadores. Não tinham poder de fazer novas leias, mas somente o de julgarem em conformidade com a lei de Moisés. Havia neles, também o poder executivo, embora a sua jurisdição se estendesse somente algumas vezes a certa parte do país. Não tinha estipêndio estabelecido, mas o povo estava acostumado a levar-lhes presentes, ou oferendas. Esta forma de governo durou desde a morte de Josué até à escolha de Saul para ser rei, compreendendo um espaço de 460 anos. Os Juizes Samuel foi o mais notável dos juízes, parecendo que na última parte de sua vida ele se limitava a exercer principalmente a missão de profeta. Sendo Saul rei, finalizou a forma teocrática de governo (I Sm 8:7). A pessoa do juiz era considerada santa e sagrada, de modo que consultá-lo era o mesmo que “consultar a Deus” (Ex 18:15). Era ele divinamente dirigido, não temendo então a face de ninguém. Além dos juízes supremos, havia anciãos da cidade, que constituíam um tribunal de justiça, com o poder de resolver pequenas causas da localidade (Dt 16:18). Os principais juízes foram quinze:
Os Reis Na história dos hebreus sucedeu o governo teocrático (Juizes). A monarquia, foi uma concessão de Deus (I Sm 8:7 e 12:12), correspondendo a um desejo da parte do povo. Esse desejo, que já havia sido manifestado numa proposta a Gideão (Jz 8:22-23), e na escolha de Abimeleque para rei de Siquém (Jz 9:6), equivale à rejeição da teocracia (I Sm 8:7), visto como o Senhor era o verdadeiro rei da nação (I Sm 8:7 e Is 33:22). A própria terra era conservada, como sendo propriedade divina (Lv 25:23). Os Reis Antes da Divisão do Reino
Os Reis Após a Divisão do Reino Os Reis de Israel
Os Reis de Judá
A monarquia constituída era hereditária, embora a sucessão não fosse necessariamente pela linha dos primogênitos. Quando a coroa era colocada na cabeça do rei, ele formava então um pacto com os seus súditos no sentido de governá-los com justiça (II Sm 5:3 e I Cr 11:3), comprometendo-se os nobres a prestar obediência; e confirmavam a sua palavra com um beijo de homenagem (I Sm 10:1). Os rendimentos reais provinham dos campos de trigo, das vinhas, e dos olivais, e do produto dos rebanhos. Aos reis pertencia a décima parte da produção; recebiam também, os tributos que pagavam os negociantes que atravessavam o território hebraico; os presentes dados pelos súditos; e os despojos da guerra e as contribuições das nações conquistadas. Além disso, tinha o rei o poder de exigir o trabalho forçado, o que era para ele causa de aumentarem seus bens.
Dicionário Bíblico Universal | Bíblia Vida Nova
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