O crescimento espiritual consiste mais no crescimento da raiz que está fora do alcance da visão. (Matthew Henry) |
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| Epístola - Gálatas |
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Autor: Paulo Data: 55 - 56 d.C. Os Destinatários Gálatas é a única cara que Paulo endereçou especialmente a uma grupo de Igrejas. A Galácia não era uma cidade, mas uma região da Ásia Menor, que incluía várias cidades. Seu nome originou-se no século III a.C., quando uma tribo de pessoas da Gália migrou para o local. No século I d.C., o termo “Galácia” era usado geograficamente pra indicar a região centro-norte da Ásia Menor, onde os gálios tinha se estabelecido; politicamente, designava a província romana na parte centro-sul da Ásia Menor. Paulo enviou esta carta para as igrejas na província da Galácia, uma área que incluía as cidades de Antioquia, Icônia, Listra e Derbe. A Data A questão da data de Gálatas depende principalmente da correlação de 2.1-10 com a visitas de Paulo a Jerusalém registradas em Atos. Embora o capítulo 2 posse ser identificado com a chegada da fome em At 11.30, são encontradas poucas dificuldades para relacionar a carta com os acontecimentos de Atos 15. Paulo provavelmente tenha escrito a carta por volta de 55 ou 56 d.C., quando estava na Macedônia ou em Corinto, em sua terceira viagem missionária. O Conteúdo Gálatas contém divisões biográficas, doutrinárias e práticas de dois capítulos cada:
O Cristo Revelado Paulo ensina que Jesus coloca aqueles que têm fé nele (1.16; 3.26) em uma posição de liberdade (2.4; 5.1), libertando-os da servidão ao legalismo e à libertinagem. A principal ênfase do apóstolo está na crucificação de Cristo como base para a libertação do crente da maldição do pecado (1.4; 6.14), do próprio eu (2.20) e da lei (3.12; 4.5). Paulo também descreve uma dinâmica união de fé com Cristo (2.20), visivelmente retratada no batismo (3.28). Em relação à pessoa de Cristo, Paulo declara tanto sua divindade (1.1, 3, 16) quanto sua humanidade (3.16; 4.4), que ele próprio revelou a Paulo (1.12). O Espírito Santo em Ação Os judaizantes estavam errados sobre as formas de santificação, bem como a forma de justificação. Uma passagem importante é 3.2-3, em que Paulo pergunta aos Gálatas, que prontamente admitiram que tinham iniciado sua vida cristã através do Espírito, por que eles estavam buscando maturidade espiritual realizando obras da lei. O que ele quer dizer é que o mesmo espírito que os regenerou faz com que a nova vida deles cresça. Em 3.5, Paulo faz um pergunta semelhante relacionada ao Espírito Santo. A linguagem que ele usa indica uma experiência do Espírito que se estendeu além da recepção inicial dos gálatas. O verbo “dá” sugere um fornecimento contínuo com generosidade, enquanto “opera” indica que Deus continuava a fazer maravilhas através dos crentes cheios do Espírito que não tinha se entregado ao legalismo. A palavra “maravilhas” refere-se às manifestações carismáticas do Espírito evidenciadas por sinais externos, como os descritos em I Cor 12-14. A frase “a promessa do Espírito”, em 3.14, também foi usada por Pedro pra explicar o derramamento do Espírito Santo no Pentecostes (At 2.33). Estes versos ensinam que receberemos o Espírito através da fé e que Ele continua a se manifestar no poder à medida que caminhamos na fé. Em 5.16-25, Paulo descreve um conflito feroz e constante entre a carne, a nossa natureza propensa ao pecado, e o Espírito que habita em nós. Somente o Espírito Santo, quando nos submetemos passivamente ao seu controle e caminhamos ativamente nele, pode nos permitir morrer pela carne (16-17), nos libertar da tirania da lei (18) e fazer com que o fruto da santidade cresça em nossas vidas (22-23). Esta seção (5.16-25) faz parte da exortação de Paulo em relação ao uso adequado da liberdade cristã. Separada da obra do Espírito Santo de controlar e santificar, a liberdade certamente acabará em libertinagem. Esboço de Gálatas 1.1-10 - Introdução
1.11-2.21 - Biografia: Paulo defende sua autoridade
3.1-4.31 - Doutrina: Paulo defende seu evangelho
5.1-6.10 - Prática: Paulo exorta os gálatas
6.11-18 - Conclusão
Fonte: Bíblia Plenitude
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