O amor da criatura para com o Criador requer necessariamente obediência; caso contrário, não tem qualquer sentido. (Francis Schaeffer) |
Está Escrito...
| A Música na Igreja |
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| Autor: Luiz Soares | |||
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Não se pode negar o papel destacado que a música tem na vida humana. Ela é uma atração presente em todas as atividades do homem. Em toda a história da humanidade tem ele se expressado através da música. O povo de Deus também sempre se comunicou musicalmente em expressões de júbilo, louvor, gratidão e adoração a Deus. 1. A MÚSICA É UMA FORMA DE EXPRESSÃO DO CORAÇÃO CRENTE
Exemplos bíblicos: No Velho Testamento:
No Novo Testamento:
2. O OBJETIVO DA MÚSICA NA IGREJA
3. ALGUNS ERROS A EVITAR
4. CONSIDERAÇÕES COMPLEMENTARES Quanto à música instrumental É muito comum no Velho Testamento e está intimamente relacionada ao culto judaico. Neste, além do canto, encontramos harpas, alaúdes e címbalos (I Cr 25:1), trombetas e outros diversos instrumentos (II Cr 5:12-14). E assim por diante... Não é mencionado, porém, em relação à igreja. Sempre que o assunto é mencionado com relação à comunidade cristã a referência é ao canto e, não, a instrumentos. Paulo em I Cor 14:6-9, menciona a flauta e a citara, como também a trombeta usada nas operações militares, mas é claro que o que ele tem em vista é ilustrar a sua argumentação sobre o uso indevido de línguas na igreja. È claro que ele não está se tratando do uso de instrumentos na igreja. Ouvimos também o tanger de harpas em Apocalipse, mas ali será em ocasião posterior à dispensação da Igreja. Visto que nas instruções dadas pelo Espírito Santo à igreja de Deus é tão notável a ausência de instrumentais musicais, embora não haja proibição, devemos tomar cuidado para não exagerarmos nessa área, pelo uso excessivo de instrumentos, de modo que o canto de louvor que deseja ouvir seja sufocado. Quanto à qualidade dos hinos que entoamos Há um tipo de música que o mundo aprecia, mas será esta a música que deus aprecia? Quando cantamos em nossas reuniões dá para os de fora saberem que não se trata de um baile, de ruído de roqueiros, mas de um grupo de cristãos que está louvando a Deus? Muitos dos “cânticos” modernos contêm verdadeiras aberrações doutrinárias, como, por exemplo, orar ao Espírito Santo, pedir o Espírito Santo, admitir a possibilidade de perder a salvação, afirmar que Canaã é o céu, afirmar que Cristo é um mártir, e muitos outros. Não devemos entoar estes cânticos, nem permitir que eles sejam entoados entre nós. O excesso de repetições, quantas vezes sem sentido, as palmas, os gemidos (Huuum, Aaaa, Oooo) será que agradam a Deus? São para o Seu louvor ou para agrado do nosso ego? Edifica alguém? Instrui alguém? Inspira à fé, ao amor, à santidade? Glorifica a Cristo? Parece que o mundo está impondo em nosso meio o seu ritmo frívolo e irreverente, o seu palavreado oco e sem sentido. É um recurso Satanás para destruir o nosso louvor. Devemos permitir-lhe isso? Concluindo, a música tem o seu lugar nos ajuntamentos do povo de Deus. Mas esse lugar é de serva, não de senhora! Infelizmente, esta ordem está sendo invertida, com incalculável prejuízo. O que deve predominar em todas as nossas reuniões é a Palavra de Deus e se dermos ao livro sagrado a preeminência devida, a música será uma excelente assessora, trazendo bênção e alegria genuínas, honra e louvor ao Senhor. Que sejamos iluminados pelo Seu Espírito Santo nesta área tão importante!
Luiz Soares - Boletim de Obreiros - Ano III - Nº 32
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